sábado, 15 de julho de 2017

Aos "Bolsominions" que apoiam pena de morte. É difícil, mas pena de morte não né?

Como perdoei o assassino de meu pai e me tornei sua grande amiga'

Margot von Sluytman e Glen FlettDireito de imagemARQUIVO PESSOAL
Image captionAssassino e filha de vítima se tornam amigos décadas após crime
O que faz alguém perdoar um assassino? A canadense Margot von Sluytman pode responder a essa pergunta. Em 1978, quando ela era adolescente, seu pai, Theodore, foi morto durante um assalto à loja em que trabalhava.
Glen Flett, um dos assaltantes, apertou o gatilho. Anos mais tarde, ele se arrependeu. E fez contato com Margot. Desse primeiro gesto viria a surgir uma extraordinária amizade. Falando, e às vezes chorando, os dois contaram sua história ao programa Outlook, do Serviço Mundial da BBC.
"Desde cedo aprendi que agir de forma violenta ou raivosa às vezes funcionava. Tive meu primeiro contato com a polícia aos sete anos de idade. Estava com meu irmão e meu primo; eram três anos mais velhos do que eu e tinham grande influência sobre mim. Eles estavam invadindo uma casa, a polícia apareceu e nos pegou", conta Glen.
"Quando eu tinha nove anos, houve outro encontro."
Glen diz que, dessa vez, foi agredido fisicamente. Dali em diante, conta, passou a "odiar a polícia visceralmente".
"Meus pais não viam essas coisas. Meu pai me amava e tentava esconder as coisas que eu estava fazendo da minha mãe."
Margot e seu pai Theodor durante sua formação na oitava série, aos 14 anosDireito de imagemARQUIVO PESSOAL
Image captionMetade de mim morreu quando meu pai morreu, diz Margot
Aos 19 anos, Glen foi preso pela primeira vez.
"Fui pego roubando de uma loja e, quando o segurança me pegou, puxei um canivete suíço e o esfaqueei. Foi a primeira vez que fui preso. Eu tinha 19 anos."
Aos 22 anos, Glen se casou. Arrumou um trabalho, teve um casal de gêmeos - mas não durou muito.
"No dia em que meus gêmeos nasceram fui para a cadeia por assalto à mão armada."

Segunda ensolarada

Em 1978, Glen e seu comparsa - um homem que ele havia conhecido na cadeia - estavam morando em Toronto. Foi nessa cidade, no dia 27 de março, que Glen cometeu o ato que mudaria para sempre sua vida - e também a de uma família local.
MargotDireito de imagemARQUIVO PESSOAL
Image captionMargot e Glen são amigos no Facebook e conversam regularmente
"O dia estava lindo, lembro muito bem. Vínhamos planejando esse assalto. Queríamos roubar um entregador. O plano era derrubá-lo, pegar a sacola com o dinheiro e fugir. Derrubamos o cara e saímos correndo pela escada rolante, empurrando as pessoas que estavam em nosso caminho. Chegamos ao piso principal, corremos pelos corredores."
"Uma pessoa vinha correndo atrás de nós, gritando, 'parem esses caras'. Entramos em uma loja cheia de araras com roupas. Naquele primeiro momento, não vi Sluytman. Ele apareceu de repente, me segurou pelo colarinho e disse: 'Pare. Desista, filho'."
Glen mal consegue falar ao recordar esse momento.
"Meu parceiro e eu… acho que nós dois, espontaneamente, atiramos nele."
Glen não soube, de imediato, que havia matado o pai de Margot.
"Ele estava me segurando, mas quando foi alvejado, me largou. Então eu caí no chão. Levantei e saí correndo."
Ele e o parceiro correram para o carro e foram para o apartamento onde estavam morando. Quando ligaram a televisão, ouviram a notícia de que um homem havia sido morto durante um assalto.
Enquanto Glen descreve aquele dia fatídico, Margot, a filha de Glen, escuta em silêncio. Agora, emocionada, ela explica o que sente ao ouvir o depoimento.
"Sinto a dor. E também sinto uma dor intensa por… (começa a chorar) por Glen. Porque acho que deve ser muito difícil viver com essa dor."
Theodore em foto de 1978Direito de imagemARQUIVO PESSOAL
Image captionEm 1978, quando Margot era adolescente, seu pai, Theodore, foi morto durante um assalto

'Minha vida mudou'

Margot começa a descrever como foi, para ela, o dia em que seu pai foi morto.
"Eu estava em casa. Minha mãe trabalhava em casa; ela cuidava de crianças. Eu estava no andar de baixo, brincando de professora com as crianças. Bateram na porta da sala de brincar. Dois homens altos. Perguntei quem eram, o que estavam fazendo ali. Disseram que eram policiais, então perguntei: 'Meu pai teve um acidente de carro?' Aconteceu alguma coisa?"
"E eles responderam: 'Não, ele foi morto hoje em um assalto'."
"Tínhamos uns varais no andar de baixo. As roupas brancas do meu pai estavam penduradas no varal. Olhei para as roupas e depois corri rápido para o andar de cima. Minha mãe estava sentada no topo da escada. Ela chorava muito. Olhou para mim e disse: 'Margot, papai. Morto'."
"Minha vida mudou", conta Margot. "Metade de mim morreu quando meu pai morreu."
"Éramos muito próximos em nossa família. E eu e meu pai éramos muito próximos. Duas semanas antes de ele morrer, tivemos uma grande discussão. Nós nunca brigávamos. E tínhamos acabado de fazer as pazes. Eu tinha 16 anos."
Na manhã em que foi morto, Theodore Sluytman estava de folga, conta Margot. Mas foi à loja porque queria se preparar para uma liquidação. Era um ótimo vendedor, ela explica. E ganhava comissão.
"Quando ele estava descendo as escadas eu perguntei: 'Posso ir com você?' Ele olhou pra mim e disse, 'Escute aqui, sua pestinha, vou sair por duas horas e já volto, ok? Você fica aqui'."
"Eu não falo muito sobre isso", diz Margot. "Acho que é a primeira vez."

Luto

Enquanto Margot vivia o luto pela morte do pai, Glen foi preso e condenado por assassinato. Anos se passaram.
Na prisão, Glen passou a praticar o cristianismo. Começou a refletir sobre a vida que tinha destruído, o mal que causara, diz ele. Um dia, obteve permissão para sair da cadeia e passar alguns dias com sua própria família.
Glen relembra as visitas dos filhos pequenos.
"Meus pais traziam meus filhos para me ver. Eles vinham; a casa tinha dois quartos. Meus pais dormiam em um deles; eu e os meninos juntávamos as camas de solteiro e dormíamos todos juntos."
"À noite, enquanto eles dormiam, eu ficava acordado, pensando na sorte que tinha. Sentia vergonha em pensar que alguém como eu podia viver isso, quando eu havia tirado a vida de um outro", conta Glen, com a fala entrecortada por soluços.
Margot, por sua vez, precisou se distanciar um pouco da família. "Saí de casa três meses após meu pai ser morto. Saí porque queria que me deixassem em paz. Para poder pensar. A dor na minha casa era demais."
Margot conta que sentia uma forte necessidade de conhecer a pessoa que matara seu pai.
"Eu tinha de saber. Por que fizeram aquilo?"
E Glen vivia atormentado pelo remorso.
Glen FlettDireito de imagemBAS STEVENS
Image captionGlen fez uma doação em apoio ao trabalho de Margot e recebeu um e-mail dela
"Queria que eles soubessem que eu compreendia a santidade da vida. E que eu não entendia isso antes de tirar a vida de Sluytman. Mas agora eu chorava até cair no sono às vezes porque eu sentia muito pelo que havia feito."
Quando Glen saiu da cadeia, sua esposa, historiadora, descobriu onde estava a sepultura de Sluytman.
"Fomos visitá-la", ele conta. "Era tão bem cuidada. Doze anos mais tarde, dava para perceber que a família visitava a sepultura com frequência. Ele não tinha sido esquecido."
"Eu procurei a polícia. E também o promotor do caso. Disse a eles que tinha mudado a minha vida, que sentia muito (pelo que havia feito) e que gostaria de dizer isso à família Sluytman."
No entanto, Glen foi desaconselhado a procurar a família. Um dos policiais temia que o contato trouxesse de volta a dor e as lembranças.

Contato

Anos mais tarde, um amigo de Glen leu um artigo sobre Margot. Ela tinha crescido, cursara universidade, era poeta e tinha acabado de ganhar um prêmio. Glen e sua esposa decidiram fazer uma doação pela internet em apoio ao trabalho dela. A doação foi feita anonimamente.
"Três horas mais tarde, recebemos um e-mail", conta Glen.
"Você é casada com o Glen Flett, o homem que matou meu pai na segunda-feira de Páscoa, dia 27 de março de 1978?", dizia a mensagem.
"Fiquei apavorado. Não sabia o que pensar", conta Glen.
Foi assim que teve início um diálogo entre Margot e o homem que matara seu pai.
Em resposta, a esposa de Glen escreveu: "Vimos o seu trabalho, não queríamos fazer mal a você".
"Não me fizeram mal. Vou mandar alguns livros para vocês", respondeu Margot. "Você se importaria em pedir ao seu marido que me faça um pedido de desculpas?"
MargotDireito de imagemARQUIVO PESSOAL
Image captionGlen e Margot trocaram e-mails antes de se encontrar pessoalmente
"Na manhã seguinte, encontrei uma carta curta, respeitosa e simples me pedindo desculpas. A partir daí, começamos a conversar. O que eu queria saber era: por quê? E também quais tinham sido as últimas palavras do meu pai."
"Trocávamos e-mails, eu tinha milhões de perguntas. Ele respondeu todas. No final, ele disse que precisava me encontrar. Voei para British Columbia, onde Glen vive. E nos encontramos."
"Não sabia como ela era, mas eu conhecia Margot. Tínhamos uma conexão forte nos nossos corações. Falei de coisas que eu sentia a respeito do que havia acontecido, coisas profundas, que nunca havia dito a ninguém."
"Ela saiu do carro e perguntou 'Glen Flett?' Nos abraçamos e começamos a chorar. Conversamos e caminhamos durante uma hora e depois fomos para a minha casa, onde ele conheceu minha filha, Victoria, que tem nove anos. Ela disse, 'Pai, é tão estranho, ela tem um jeito tão parecido com o seu!'"

Paradoxo

Desde então, Margot e Glen já se encontraram várias vezes.
Encontrar Glen "me ajudou de uma maneira profunda", diz Margot. "Somos muito amigos. Dizemos 'eu te amo' um ao outro. Sei que para algumas pessoas é muito complicado ouvir isso."
De fato. Perdoar, sim, dizem alguns. Mas amizade? Não acaba reabrindo a ferida?
"Não", responde Margot. "É muito bonito. Porque é um paradoxo."
"(Aos que perguntam por quê?) respondo: Porque é a coisa certa. É a coisa certa para mim. É a coisa certa para Glen. Sinto que meu pai está sendo celebrado. Minha mãe está sendo celebrada, os pais de Glen estão sendo celebrados. Toda a dor deles não é em vão. Temos esperança. Amor. Possibilidades. E temos diálogo. Falamos sobre a perda. Sinto gratidão."

fonte - http://www.bbc.com/portuguese/geral-40498982 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

UM POUCO DE SOBRIEDADE--http://www.joaoalexandre.com.br/

Já escrevi muitas vezes sobre música e nunca vou me cansar de escrever. A música é uma linguagem universal, um simples acorde pode definir se o desenvolvimento da canção será triste ou alegre; o ritmo e o tempo completam essa grande gama de informações que sempre move os corações.

A música evangélica contemporânea tem nos presenteado com vários tesouros heréticos exuberantes e egocêntricos que nada tem a ver com a realidade cristã bíblica. Os ensinamentos bíblicos foram dados a muito tempo e em uma realidade diferente, não tínhamos tanta tecnologia como temos hoje, no entanto, ser contemporâneo não significa mudar o sentido do evangelho, mas sim usar de recursos que não tínhamos naquela época pra poder dissimular com maior velocidade os ensinamentos de Cristo, ensinamentos estes que não mudaram com o tempo, eles são os mesmos. Amar a Deus e ao próximo daquela época continua sendo a mesma coisa hoje. Respeitar e seguir os preceitos de Deus naquela época poderia ter características diferentes de hoje, mas o sentido não muda, devemos respeitar e seguir os preceitos de Deus da mesma forma. O Evangelho não mudou, mudaram sim algumas ferramentas, mudou o povo, a tecnologia, a ciência, mas a essência do evangelho não mudou em nada. Por isso sou crítico de algumas músicas que deturpam a palavra de Deus, temos que tomar cuidado, mas também não podemos dizer que tudo é ruim, devemos filtrar com sabedoria. Sinto que falta à minha denominação (IPB) um investimento maior em música contemporânea, nos preocupamos muito com corais e música sacra, mas ainda precisamos modernizar este setor para que a música de boa qualidade possa alcançar mais pessoas e principalmente os jovens e adolescentes. 

Brindando este momento quero trazer à memória de todos a música "É proibido pensar" do João Alexandre. Vou colocar aqui somente a letra, quem quiser pode procurar que vai encontrar ela facilmente, mas se quiser adquirir material do autor é só entrar no site dele que vou colocar aqui agora http://www.joaoalexandre.com.br/. De qualquer forma curta a letra e veja se não é a mais pura verdade.

Procuro alguém pra resolver meu problema
Pois não consigo me encaixar neste esquema
São sempre variações do mesmo tema 
Meras repetições
A extravagância vem de todos os lados
E faz chover profetas apaixonados
Morrendo em pé rompendo a fé dos cansados
Que ouvem suas canções


Estar de bem com vida é muito mais que renascer 
Deus já me deu sua palavra
E é por ela que ainda guio o meu viver
Reconstruindo o que Jesus derrubou
Re-costurando o véu que a cruz já rasgou 
Ressuscitando a lei pisando na graça
Negociando com Deus
No show da fé milagre é tão natural
Que até pregar com a mesma voz é normal
Nesse evangeliquez universal 
Se apossando do céus
Estão distantes do trono, caçadores de Deus 
Ao som de um shofar 
E mais um ídolo importado dita as regras para nos escravizar
É proibido pensar.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

BRASIL, um povo inocente e um governo corrupto? Não. Um acontecimento no parque Beto Carrero World

Que grande momento pra escrever algo sobre isso não é?  Vivemos um momento em que raras pessoas parecem demonstrar interesse na defesa do pobre, necessitado e dependente. Por outro lado há pessoas tentando fazer com que os outros pensem que tudo agora vai melhorar, agora "nós" estamos conseguindo equilibrar as contas e a economia do Brasil vai voltar a crescer. Já passamos do ponto de ruptura da democracia e conseguimos enxergar agora que vivemos dentro de um sistema judiciário que pune os pobres e honestos e salva os ricos corruptos. É Senador programando recebimento de propina e manipulando o possível assassinato do próprio primo, é presidente autorizando a continuação de pagamento de mesada pra um condenado da justiça para que fique calado, são ministros na nossa Suprema Corte (STF) tapando olhos e ouvidos para a situação e liberando esse tipo de político a suas "atividades" como se nenhuma prova houvesse contra ele. É tanta coisa errada que não dá pra acreditar.

Mas meu assunto é outro. Gostaria de citar aqui um grande filósofo brasileiro, um dos meus preferidos, ele disse: "Não existe um país no mundo em que o governo seja corrupto e a população honesta, e vice versa.


O fato é que o povo reclama tanto do governo que não para pra pensar em suas próprias atitudes, cometem corrupção tanto quanto a de um Senador, Deputado, Prefeito ou Vereador, com consequências diferentes evidentemente, mas é a transgressão da lei da mesma forma.

Permitam-me contar um fato super interessante e triste ao mesmo tempo. Há alguns dias estávamos eu e meu filho primogênito no parque Beto Carrero World aproveitando um dia de muita diversão. Quem conhece o parque sabe que o último show é o Sonho do Cowboy onde temos grandes amigos atuando e nunca gostamos de perder. Neste dia chegamos cedo à entrada do teatro principal para termos a chance de escolher os melhores lugares na frente e obtivemos sucesso, fomos os primeiros a chegar no hall de entrada e aguardávamos com paciência a permissão para entrar. Com o passar do tempo várias pessoas foram se juntando a nós, é assim mesmo que a coisa funciona, o hall foi enchendo de pessoas de todos os tipos e um fato me chamou a atenção: uma senhora pequena, franzina vinha empurrando um homem de mais ou menos 40 anos em uma cadeira de rodas, prontamente me sensibilizei pois o hall de entrada do teatro tem uma pequena rampa, eu estava indo ajudar a senhorinha, mas ela conseguiu subir e posicionou o rapaz confortavelmente em um dos lados do hall aguardando a permissão para a entrada para o grande show "O Sonho do Cowboy".

Nós conseguimos realmente sentar nos lugares mais próximos ao palco. Quem já foi a este show sabe também que existem lugares reservados a pessoas com necessidades especiais e eles ficam bem ao lado de onde sentamos, logo então pensei no pobre homem de cadeira de rodas e imaginei realmente que ele sentaria perto de nós.

Quando olho ao lado vejo uma cena que não vai sair da minha memória tão rapidamente. Sabe aquele pobre homem de cadeira de rodas empurrado pela senhora pequena? "Aleluia irmão"! Foi curado! É. Foi curado! Mas tem um problema nisso tudo, a senhorinha tão franzina e pequena deve ter lesionado alguma vértebra enquanto empurrava o rapaz pesado que repentinamente ficou paraplégica, pois agora quem a estava levando na cadeira de rodas era o robusto senhor. Chegaram aos bancos lá da frente, ao nosso lado e sob meus olhares de fuzilamento, pararam, a senhora também obteve um milagre (Aleluia!), levantou da cadeira e sentou-se nos bancos livres, aqueles não reservados aos portadores de necessidades especiais. O robusto homem por sua vez pegou a cadeira e levou-a até à frente do palco, estacionou lá e voltou livre, leve e solto para sentar-se ao lado de sua mãe, namorada, amante, tia, avó, sei lá, a senhorinha; tudo isso, repito, sob meu olhar de fuzilamento. Minha grande pergunta é: quem é desonesto? Só o governo ou nossa sociedade? Eu costumo dizer que nenhum político é alienígena, eles são aqui da Terra mesmo, eles se formam em nosso meio e aprendem a desonestidade que é intrínseca ao ambiente que vivemos. Realmente desta vez eu optei por não me incomodar e não fui falar nem com o robusto e a senhorinha e nem com o parque. Pode até ser que existisse outra necessidade especial, mas de locomoção não era  e então não justifica entrar de cadeira de rodas para tentar levar vantagem sobre as outras pessoas.

Quem já foi a esse show sabe que após o término do espetáculo parece que houve uma guerra dentro do teatro, pipoca, garrafa de água, latas de refrigerantes, guardanapos, tampinhas, canudos, bolachas, embalagens de salgadinhos e tudo que você possa imaginar de lixo estão jogados pelo chão. Uma cena lamentável de um povo que critíca seu governo, mas não consegue juntar seu próprio lixo. Mas vamos deixar esse assunto para outra postagem, pois a minha parte neste show eu fiz, joguei meu próprio lixo nos recipientes apropriados, pena que eram pequenos, não caberia o Robustão e a Senhorinha. FIM.

Deixo um versículo para reflexão.

Filipenses 1:27
Portai-vos como cidadãos dignos do Evangelho de Cristo, para que dessa forma, quer eu vá e vos veja, quer tão-somente ouça a vosso respeito em minha ausência, tenha eu conhecimento de que permaneceis firmes num só espírito, combatendo unânimes em prol da fé evangélica,